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Senadora Augusta Brito marca o Dia da Mulher com discurso no plenário do Senado


A senadora Augusta Brito (PT/CE) lembrou, nesta quarta-feira (8), em seu discurso, no Senado Federal, que as mulheres quando entram na política fazem isso para ajudar a mudar a vida de outras mulheres. Augusta afirmou que as mulheres estão permanentemente sendo julgadas sobre tudo e isso não é diferente quando elas entram na vida política - “se fala baixo é fraca, se fala alto é doida, se chora é desequilibrada! A gente tá aqui pra provar que a gente pode falar do jeito que a gente é!”


A fala aconteceu durante a cerimônia de entrega, pelo Senado, do Diploma Bertha Lutz, uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século 20. Foram homenageadas a diretora geral do senado Ilana Trombka, Ilona Szabó de Carvalho, Nilza Valéria Zacarias, a Ministra Rosa Weber, Rosângela Silva, a Janja, e “in memorian” Clara Filipa Camarão e Glória Maria.


Augusta Brito lembrou que as mulheres não precisam se comportar como os homens na política ou de uma forma que não corresponda à realidade delas. A senadora lembrou que as mulheres representam mais de 50% da população e do eleitorado, mas o Brasil possui apenas 15 senadoras representando todas essas brasileiras. Para ela, isso representa uma enorme responsabilidade para as mulheres, como ela, que estão com um mandato.


A senadora, que deve ocupar assento em algumas das principais Comissões do Senado, fez questão de lembrar que, desde o início de sua vida política, defende a ideia de que não deve haver um espaço para as mulheres. Segundo ela, é fundamental lembrar que as mulheres devem ocupar todos os espaços e Comissões para discutir os temas de toda a sociedade e não apenas questões específicas - “Todos os assuntos são de mulheres, porque tudo o que envolve a sociedade, envolve a mulher. Por isso estou em busca dessa ampla participação aqui no Senado” - afirmou a senadora.

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