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Mídias sociais fazem procura por rinoplastia disparar


Quem nunca usou um filtro para postar uma foto?! Nos dias de hoje está cada vez mais comum o uso dos artifícios das mídias sociais para ter o rosto mais harmônico. Entre os principais alvos, está o desejo de um nariz afilado, com ponta empinada, dentre outros ajustes. Com uma gama de filtros disponíveis você pode mudar o que quiser! Mas existe limite para estes FILTROS? A resposta é sim! O maior tempo nas mídias sociais, vídeo chamadas, home office, aulas on line, fizeram com que as pessoas olhassem mais para própria imagem e muitas não tem gostado do que tem visto. Com o uso desses filtros, especialistas afirmam que a busca por procedimentos e cirurgias aumentaram. Dra Natália Couto, otorrinolaringologista e cirurgiã da face especialista em rinoplastia, explica que nos últimos dois anos a procura pela rinoplastia em seu consultório dobrou, “mesmo em pandemia, as cirurgia se mantiveram com grande procura”. E na sua maioria, motivados pelo alto uso das mídias sociais. “Muitas pessoas se viram em uma tela pela primeira vez e não gostaram do reflexo”, afirmou. Ainda segundo a especialista, não somente a rinoplastia, mas a busca por procedimentos com o uso de preenchedores e da toxina botulínica, que fazem parte da harmonização facial, cresceu consideravelmente, e não apenas mulheres, mas homens também estão buscando com frequência, uma aparência melhor. A preocupação da médica é com os excessos. “Tenho recebido em meu consultório os pacientes buscando ficarem iguais aos filtros. A face tem na sua parte central o nariz, por isso, não pode ser analisado isoladamente.” A médica explica que a análise de um rosto deve ser criteriosa no planejamento da cirurgia “O filtro pode ser uma inspiração, um aliado, mas é preciso alinhar as expectativas." Isso porque a fixação por uma aparência computadorizada pode representar riscos físicos e psicológicos. A dica para quem busca um rosto mais harmônico é buscar um profissional capacitado e ouvir suas colocações “cada face é única e suas características éticas tem LIMITES para sua mudança. A busca pela perfeição criada em computador pode sair caro” finalizou Dra Natália Couto.

Fonte: Assessoria de Imprensa




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